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Fonte: http://www.aescotilha.com.br/teatro/interseccao/critica-corrente-fria-corrente-quente-festival-de-curitiba/

Crítica: Corrente Fria, Corrente Quente – Festival de Curitiba
Trocando em Miúdos: Apresentado no Festival de Curitiba, monólogo Corrente Fria, Corrente Quente tangencia a vida ao abordar a aceitação da morte.

Por: Alejandro Mercado

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Corrente Fria, Corrente Quente, apresentada no Festival de Curitiba. Foto: Alejandro Mercado / A Escotilha.

A morte envolve inúmeros fatores. Entre eles, aspectos sociais, culturais, históricos, religiosos, psicológicos, médicos e éticos que, não raramente, estão relacionados. Apesar de sua inescapabilidade, o momento de ocorrência da morte pode, de certa forma, estar sob nosso controle através de métodos e esforços para adiá-lo ou acelerá-lo.

Shinmon Aoki, escritor e poeta japonês, autor da obra Coffinman: The Journal of a Buddhist Mortician, que deu origem ao filme A Partida, vencedor do Oscar de melhor filme estrangeiro em 2009, no qual compartilha suas memórias do período em que trabalhou como nõkanshi (uma espécie de agente funenário no Japão) durante a década de 1970, escreveu um artigo sobre a forma como japoneses encaravam a morte.

Segundo ele, hoje, “devido a um modo de pensar que só dá valor à vida e que procura esconder ou negar a morte”, o velório e os costumes que o acompanhavam estão perdendo seu significado. “Isso criou um abismo entre os mortos e os vivos, resultando numa supervalorização de pessoas que vivem vidas individualistas e egocêntricas, sem conexão entre os próprios vivos.”

Talvez por isso, o monólogo Corrente Fria, Corrente Quente, escrito e interpretado por Fernanda Caldas Fuchs, com direção de Franco Caldas Fuchs e realização da Cia Fúcsia, apresentado no Festival de Curitiba, estabeleça um mergulho contemplativo sobre o luto, um resgate da essência da cultura oriental e de sua forma particular de encarar a morte.

A proximidade com o público, sentado ao seu redor e com quem compartilha não apenas momentos, mas sua dor, no melhor sentido da “dor compartilhada é dor de ninguém”, estabelece laços profundos. Enquanto a personagem elabora a perda do pai, participamos do momento como se fôssemos necessários não apenas para a aceitação, mas para fazer com que a travessia da alma de seu pai para o outro mundo seja tranquila, como se fôssemos os barquinhos com velas do Tooronagashi, como se a luz do espaço cênico batesse em nós e refletisse vida no palco.

Talvez, como nunca antes, falar sobre morte tenha sido tanto falar sobre a vida.

Fonte: http://www.miguelarcanjoprado.com/2016/03/24/corrente-fria-corrente-quente-celebra-sucesso-no-festival-de-curitiba/

Por MIGUEL ARCANJO PRADO
Enviado especial a Curitiba*

Há quatro anos, a peça Corrente Fria, Corrente Quente é um dos destaques no Fringe, a mostra paralela do Festival de Teatro de Curitiba. Em 2016, o cenário é bem diferente da estreia em 2013, quando a peça tentava seu lugar ao sol na Casa Hoffmann.

Elogiada pela crítica especializada, a peça conquistou outros palcos fora de Curitiba desde então. Participou de dez festivais, entre eles o Satyrianas, em São Paulo, e o Festival Em Cena, de Jacarezinho (PR).

A apresentação única neste Festival de Curitiba ocorre no TUC, nesta sexta (25), às 15h.

O solo da atriz Fernanda Caldas Fuchs é baseado em pesquisas ligadas à cultura japonesa, na qual ela se mergulhou para criar a ficção sobre uma menina que espera o retorno do pai pescador.

Irmão da atriz, o diretor Franco Caldas Fuchs está à frente da montagem, que abocanhou os prêmios de melhor atriz e segundo melhor espetáculo do Festival de Teatro de Paranaguá e tem figurinos de Manu Assini.

Ele conversou com o site sobre a trajetória da peça da Cia. Fúcsia.
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MIGUEL ARCANJO PRADO – Qual a importância que o Festival de Curitiba teve para a trajetória de vocês?
FRANCO CALDAS FUCHS – O Festival de Curitiba é importante, especialmente, por proporcionar um público muito variado para a nossa peça ao longo dessas últimas quatro edições. Então, tivemos tanto público especializado, como críticos e artistas de outras partes do Brasil, que nos deram um retorno muito importante, e também aquele público que se anima para ver teatro nesta época em Curitiba. Essa visibilidade foi muito importante.

MIGUEL ARCANJO PRADO – Qual é o caminho da peça a partir de agora?
FRANCO CALDAS FUCHS –
A peça foi publicada com 5.000 cópias. Além disso, o texto foi um dos vencedores do concurso de contos da Sociedade Bunkyo e foi publicada em 2015 dentro da coletânea Duas Cenas, Um Muro? E Outras Histórias. Agora, acabamos de fazer a tradução para o inglês, para que ela possa ter uma carreira em festivais internacionais. Pretendemos reensaiar a peça nesta nova língua, com adaptações. Queremos muito apresentar em Okinawa, no Japão.

MIGUEL ARCANJO PRADO – De onde vem essa ligação que vocês têm com o Japão? Têm japoneses na família?
FRANCO CALDAS FUCHS – Não, nós não somos descendentes de japoneses. A principal força que fez a gente se aproximar do universo japonês foi a influência do Hermison Nogueira, que é professor de teatro no Colégio Estadual do Paraná, com quem a Fernanda fez um treinamento. E foi graças a ele que eu também entrei na Faculdade de Artes do Paraná, a FAP, já que ele dirigiu a minha cena de admissão no vestibular. O Hermison pesquisa muito o teatro butô, entre outros estilos. A Fernanda estava fazendo uma improvisação com ele e surgiu uma cena que tinha a ver com o Japão. Ele sugeriu que ela pesquisasse a fundo a cultura japonesa. A peça é resultado de um interesse artístico que tem gerado desdobramentos até agora.

MIGUEL ARCANJO PRADO – A peça vai ter algum tipo de continuação?
FRANCO CALDAS FUCHS – Sim. A Fernanda fez o curso do Núcleo de Dramaturgia do Sesi e escreveu um texto inspirado em Corrente Quente, Corrente Fria, chamado de O Homem de Okinawa. Se na primeira peça é uma menina que espera por esse pai, no novo texto nós vemos em cena um homem em desintegração, sendo devorado por siris, que pode ser esse pai. Mas não é preciso ter visto Corrente Fria, Corrente Quente para entender O Homem de Okinawa, já que cada personagem tem seu próprio universo.

Saiba mais sobre Corrente Fria, Corrente Quente

*O jornalista MIGUEL ARCANJO PRADO viajou a convite do Festival de Curitiba.

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Escrito e interpretado por Fernanda Caldas Fuchs, o monólogo Corrente Fria, Corrente Quente está na mostra Fringe do Festival de Curitiba 2016. (Confira o link no site do festival.) A apresentação acontece no dia 25 de março, sexta-feira, às 15h, no TUC – Teatro Universitário de Curitiba, localizado na Galeria Júlio Moreira, Largo da Ordem. Ingressos a R$ 30 e R$ 15 (meia-entrada).

Desde sua estreia em 2013, a montagem já passou por seis cidades e agora dez festivais. Foi contemplada com o Edital das Regionais: Ações Culturais e Constituição de Memória, da Fundação Cultural de Curitiba, e obteve três prêmios: trofeús de melhor atriz e de segundo melhor espetáculo no Festival de Teatro de Paranaguá, e o terceiro prêmio da Sociedade Bunkyo, em São Paulo, pelo texto.
Fernanda Fuchs, na peça Corrente Fria, Corrente Quente, FOTO 1 Vanessa Vzorek
Foto: Vanessa Vzorek

Mar de ausências e esperas
Na peça, uma jovem de Okinawa (província do sul do Japão) fala sobre o desaparecimento do pai, que saiu para pescar em alto-mar e nunca mais voltou. Sentado a poucos metros da atriz, o público acompanha o cotidiano da garota e o seu mergulho na elaboração da perda paterna.

Aspectos geográficos inspiraram a atriz tanto quanto referências artísticas japonesas, como a gravura A Grande Onda de Kanagawa, de Katsushika Hokusai.

Para ler críticas e comentários do público sobre a peça clique aqui.

***
SERVIÇO

Monólogo “Corrente Fria, Corrente Quente”, no Festival de Curitiba 2016
Texto e interpretação: Fernanda Caldas Fuchs
Direção: Franco Fuchs
Figurino: Manu Assini
Dia 25 de março (sexta) às 15h
Local: TUC – Teatro Universitário de Curitiba, Largo da Ordem
Ingressos:  R$ 30 e R$ 15 (meia-entrada).

sonhos em cerâmica

fevereiro 8, 2016

do japão.
em passagem pelo museu paranaense.


cliques por franco caldas fuchs

abeleza de okinawa

Para conhecer um pouco mais sobre a tradição artística de Okinawa, vale a pena prestigiar o espetáculo de dança “A Beleza de Okinawa” (“Utiná nu Churasá”), do grupo Takaryu Hana no Kai do Brasil.  A apresentação acontece hoje, às 19h30, no Teatro Bom Jesus em Curitiba, e conta com a participação especial dos grupos Minyou AikokaiNisetá HozonkaiRyukyu Koku Matsuri Daiko.

+ Informações aqui e aqui.

Fotos da apresentação, por Franco Fuchs:
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ecultura faz reportagem sobre dvd

No dia 5 de janeiro, o programa É-Cultura, da TV É-Paraná, exibiu uma reportagem sobre o lançamento do DVD “Corrente Fria, Corrente Quente”. A matéria da repórter Heloísa Vieira pode ser assistida no site da É-Paraná neste link. Confira!

perfil de Fernanda Fuchs na Gazeta

Nesta terça, o jornal Gazeta do Povo publicou um perfil da atriz e dramaturga Fernanda Caldas Fuchs. A reportagem de Helena Carnieri fala sobre a trajetória de Fernanda e de suas peças: “Corrente Fria, Corrente Quente” e “O Homem de Okinawa”. Confira!

*
Por Helena Carnieri
Texto publicado na edição impressa de 05 de janeiro de 2016 da Gazeta do Povo e no site: http://www.gazetadopovo.com.br/caderno-g/teatro/atriz-fernanda-fuchs-se-encanta-pelo-japao-e-lanca-carreira-solo-0ylutinvm8qqgle44xjtonqka

PERFIL

Atriz Fernanda Fuchs se encanta pelo Japão e lança carreira solo

Começou com exercícios de teatro em que se sentiu japonesa, e acabou ganhando prêmio pelo texto que inventou

Quem conversa com Fernanda Caldas Fuchs não imagina que ela já abraçou Eugenio Barba – muita gente que tenha tido contato físico com alguém de menos calibre intelectual se gaba por aí. A atriz de 25 anos, porém, mantém-se low-profile quanto a suas realizações.

Além dessa oportunidade de fazer uma oficina com o criador da antropologia teatral – corrente pela qual o centro da experiência cênica são o próprio ator e seu corpo, e não o texto, a música ou a encenação –, ela tem obtido boa repercussão com seu primeiro trabalho solo, “Corrente Fria, Corrente Quente”. Foi premiada pelo texto, de sua autoria (em São Paulo, pela Sociedade Bunkyo) e pela atuação no espetáculo (no festival de Paranaguá).

Por meio de um edital da prefeitura de Curitiba, apresentou sua peça em várias regionais e conseguiu publicar o curto texto num encarte de arte bastante atraente. Depois de lançar um DVD com esse trabalho de estreia, a ideia agora é desenvolver e promover o mais recente, “O Homem de Okinawa” – de preferência, chegando à província japonesa que consta no título.

É interessante ouvir de Fernanda a forma como seus interesses singelos foram se materializando em criações para o palco. A ligação com o Japão, que ela não tem nos genes, começou a tomar forma quando voltou ao seu primeiro grupo de teatro no Colégio Estadual, depois da faculdade: ela sentia falta do “espaço de experimentação” livre, coordenado por Hermison Nogueira.

“Ele me apresentou uma forma de fazer teatro, com referências no grupo Lume, de Campinas, e em Eugenio Barba”, elogia Fernanda, e está estabelecida a ligação com o italiano do começo desta reportagem.

Em sintonia com o que vários grupos profissionais têm empreendido, a lição de Hermison era que cada integrante desenvolvesse um solo. A partir de trabalhos de corpo propostos em exercício, Fernanda se “descobriu” japonesa.

A ligação surgiu a partir da vida marítima e da tradição pesqueira nipônicas, que a lembraram das visitas ao trabalho do pai, no porto de Paranaguá. Algumas referências grudaram depois, como a xilogravura “A Grande Onda de Kanagawa”, e as correntes marítimas que trazem peixes para Okinawa.

A passagem pelo Núcleo de Dramaturgia do Sesi burilou o texto, e o bom relacionamento permitiu que o irmão, Franco Caldas Fuchs, a dirigisse para atuar na peça.

OKINAWA
“Corrente Fria, Corrente Quente” fala de duas irmãs que esperam muito tempo que o pai retorne da pescaria, na ilha de Okinawa. A singeleza da escrita permite que transite entre várias idades.

DVD
“Corrente Fria, Corrente Quente”
O vídeo com duas apresentações diferentes da peça “Corrente Fria, Corrente Quente” pode ser encontrado em bibliotecas como a da Praça do Japão.

3 Imagem 1 do curtametragem Ecos de Naha
A Cia Fúcsia lança hoje pelo youtube o curta-metragem “Ecos de Naha: três anos de Corrente Fria, Corrente Quente”. Para assistir, basta clicar no link: https://www.youtube.com/watch?v=BhRh7yICL2A

O filme trata sobre a trajetória da peça e foi produzido em parceria com o Hand Jab Studio. No dia 16 de dezembro, o curta foi exibido pela primeira vez ao público, em sessões na Biblioteca Hideo Handa, na Praça do Japão. Na ocasião também foi lançado o DVD da peça “Corrente Fria, Corrente Quente”.

FICHA TÉCNICA:
Ecos de Naha: 3 anos de Corrente Fria, Corrente Quente

Com
Fernanda Caldas Fuchs e Franco Caldas Fuchs

Filmagem e edição
Fábio Biondo e Nina Collère

Roteiro e direção
Franco Caldas Fuchs

Produção
Cia. Fúcsia, Kalima Produções Culturais e Hand Jab Studio

Praça do Japão, Curitiba, Brasil

Setembro de 2015
www.correntefriacorrentequente.wordpress.com

CAPA_-_Duas_cenas_um_muro_-_antologia_de_contos
No dia 18 de dezembro, foi lançado no Edifício Bunkyo, em São Paulo, o livro Duas Cenas, um Muro? e outras histórias, antologia de contos que reúne textos de 30 autores que participaram do Concurso Bunkyo de Contos em 2012.

Escrito por  Fernanda Caldas Fuchs, o texto de “Corrente Fria, Corrente Quente” integra a obra. Entre 184 contos inscritos no concurso, o texto de Fernanda ficou em terceiro lugar. O júri do prêmio foi composto por Ernesto Yoshida, jornalista; Francisco Handa, doutor em História Social e presidente da Comissão de Atividades Literárias do Bunkyo; Heloisa Jahn, tradutora e editora, e Roberto Akira Goto, pesquisador e doutor em Educação.

Confira abaixo uma reportagem de Kenia Gomes sobre o lançamento do livro:

Fonte: http://www.bunkyo.org.br/pt-BR/noticias/149-2015/900-comissao-de-atividades-literarias-realiza-lancamento-da-antologia-do-i-concurso-bunkyo-de-contos

COMISSÃO DE ATIVIDADES LITERÁRIAS REALIZA LANÇAMENTO DA ANTOLOGIA DO I CONCURSO BUNKYO DE CONTOS 

Neste dia 18 de dezembro, às 19h, no Salão Nobre do Bunkyo, será realizado o lançamento da antologia do I Concurso Bunkyo de Contos. Intitulado Duas Cenas, um Muro? e outras histórias, o livro reúne textos de 30 autores que participaram do concurso em 2012.

A obra foi organizada pela Seção de Língua Portuguesa da Comissão de Atividades Literárias do Bunkyo e conta “estórias de encontros e desencontros, de pura ficção, ou calcadas em casos reais, que nos levam a imaginar as ricas experiências emocionais no encontro de culturas antípodas”.

Segundo Francisco Handa, presidente da Seção de Língua Portuguesa, “o I Concurso Bunkyo de Contos despertou inusitado interesse. Nada menos que 134 autores, de norte a sul do país, um de Portugal e um do Japão, dele participaram com 184 contos”.

Handa ainda destaca sobre a obra que “certa heterogeneidade é compreensível, pela formação díspar de seus autores, mas essa heterogeneidade é virtuosa por nos revelar as diferentes visões sobre os elementos culturais trazidos pelos imigrantes”.

Assim, nas histórias aparecem diversos termos em japonês e a comissão se preocupou em montar um glossário para facilitar a compreensão dos leitores menos acostumados a este vocabulário.

A antologia de contos é uma edição Comemorativa dos 120 anos do Tratado de Amizade Brasil-Japão e a publicação recebeu o apoio da Fundação Kunito Miyasaka.

Lançamento:Duas Cenas, um Muro? e outras histórias (antologia do I Concurso Bunkyo de Contos)
Data: 18 de dezembro de 2015 (sexta-feira) , das 19h às 21h30
Local: Edifício Bunkyo – Salão Nobre
Rua São Joaquim, 381 – 2º andar – Liberdade – São Paulo – SP
(próx. à Estação São Joaquim do Metrô)
Estacionamento: Rua Galvão Bueno, 540

Duas Cenas, um Muro? e outras histórias

Organização: Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e de Assistência Social – Comissão de Atividades Literárias – Seção de Língua Portuguesa
Patrocínio: Fundação Kunito Miyasaka
Capa: Lúcio Kume
Ilustrações: Rubi Imanishi
Revisão: Letícia Yukari Kushida
Coordenação Editorial: Célia Oi

Autores: Célia Sakurai, Camila Ferreira, Fernanda Fuchs, Chico Pascoal, Aline Naomi, Amélia Gonçalves, Bana Neira, Caleu Nilson Moraes, Carlos Alves, Carolina Kina, Cris Dakinis, Éder Rodrigues, Edih Longo, Giovanna Artigiani, Gislaine Souza Godoy, Glaucus Vinicius Biasetto Ribeiro, Guilherme Gabriel, Jacqueline Salgado, João Victor Freitas Dzeren, Jorge Nagao, José Fernandes, Kiki Kinukawa, Koji Fujita, Marianne Fuziama, Marilia Kubota, Maurício Kanno, Osvaldo Matsuda, Ovídio Poli Junior, Taciana Chiquetti e Thinai Gonçalves.